quinta-feira, 1 de maio de 2014

A DEUSA, A GRANDE MÃE

 Em diversas partes do mundo a Grande Deusa Mãe é associada à lua, já que existia um poder maior que agia entre a mulher e a lua. Todas as religiões primitivas viam no poder feminino a chave para o mito da criação e assim o universo era identificado como uma grande Deusa,criadora de tudo que existia e que existiu. Pois é do ventre da mulher que todos nós saímos! O culto à grande Deusa remonta à Era de Touro, nesta época o culto ao feminino e aos mistérios da procriação eram muito difundidos. A mulher era tida como única fonte da vida, os partos eram sagrados, e a Deusa era muito venerada. A Deusa esteve presente em todas as partes do mundo, sob diversos nomes: Kali na Índia, Ishtar na Mesopotâmia, Pallas na Grécia, Sekhmet no Egito, Bellona em Roma... Seus nomes podem variar, mas ela sempre foi venerada como princípio feminino eterno. A Deusa é o poder do feminino que dá vida ao mundo e fertiliza a Terra.  A Grande Mãe é a face mais conhecida da Deusa e pela qual Ela é mais chamada desde o começo dos tempos. A Deusa como Mãe simboliza aquela que dá a vida, mas também pode tirá-la, assim como tudo na Natureza. Ela se preocupa com seus filhos, ela é fértil, sexual, justa, segura de si. Como as outras faces, a Mãe também foi representada em diversas culturas do mundo e teve muitos nomes, tais como Deméter, Ísis, Freya. Você pode entrar em contato com a Mãe sempre que tiver que fazer qualquer tipo de escolha, pedir bênçãos e proteção, agradecer por algo conseguido, pedir conselhos sobre que caminho tomar, ou mesmo quando busca estar em paz. Muitos acreditam que a adoração a uma Deusa Mãe tenha sido a primeira forma de religiosidade dos povos antigos, mesmo no período Paleolítico. Há muitas evidências arqueológicas como estátuas, amuletos, cerâmicas e pinturas nas cavernas sugerindo algo desse tipo. Uma grande evidência desse culto antigo vem das numerosas estátuas de mulheres grávidas com seios, quadris, coxas e vulvas exagerados. Os arqueólogos chamam essas imagens de "Vênus". Tais estátuas foram encontradas na Espanha, França, Alemanha, Áustria, Checoslováquia e Rússia e parecem ter pelo menos dez mil anos. São objetos particularmente interessantes porque mostram que a fertilidade da mulher era vista como sagrada. Talvez por isso exista uma relação tão grande entre a mulher e a Terra como um todo, pois os antigos viam como a energia criadora, que dava à luz uma nova vida, era feminina. Vale salientar aqui, no entanto, que isso jamais teve o intuito de afirmar que os povos antigos acreditavam única e exclusivamente numa Grande Mãe; afirmar isso seria ignorar toda a crença politeísta que guiou os dias de outrora. O Sagrado Feminino não significava UM Sagrado Feminino, mas a sua representação. Na Wicca, o Sagrado Feminino é muitas vezes chamado como "A Deusa dos Dez Mil Nomes", em função da variedade de cultos a deusas em toda a história das civilizações. Isto não significa que exista, na verdade, uma só Deusa que tenha tantas faces, mas que todas essas faces sejam divindades distintas. A denominação única "Deusa" não nos leva a um monoteísmo; pelo contrário! Apenas usamos para denominar essa crença no Sagrado Feminino como um todo. Na Wicca, a Deusa é tríplice, tendo três faces, que representam as faces da vida das mulheres: donzela, mãe e anciã. Algumas correspondências: Sabbats relacionados: Solstício de verão, solstício de inverno. Animais: Pomba, gato, vaca. Cores: vermelho, verde, púrpura, cores fortes.Fonte;olivrodabruxa

Sendas do Paganismo

6 mitos derrubados sobre as bruxas atuais







Em 1999, Christine O’Donnell (uma atual candidata a senadora nos EUA, considerada uma das musas do governo americano), então inciando na política, apareceu em um programa de TV fazendo duras críticas aos Wiccas. Ela afirmou que participou de um ritual dessa religião neo-pagã, e disse ter presenciado bruxaria e práticas satânicas. Como era política – e bonita, ainda por cima -, muita gente passou a acreditar nela. Mas os integrantes dessa seita foram a público para se defender, e esclarecer alguns pontos sobre o que os leigos chamam simplesmente de “bruxaria”. Confira seis mitos sobre os Wiccas que não se aplicam à realidade:
1 – Wiccas são malignos
Total inverdade. Como em inglês a palavra “wicca” está diretamente relacionada a “witches”(bruxos), muitos formam a imagem de Wiccas, na cabeça, como bruxos estereotipados das histórias infantis, com caldeirões, magias negras e rituais obscuros. Os adeptos da Wicca, conforme o livro “wicca para a vida”, são contrários a qualquer forma de agressividade. Segundo uma de suas leis, eles devem retribuir qualquer ato bondoso três vezes mais à pessoa que os ajudou.




2 – Wicca é uma religião antiga
Quem pensa nessa religião, historicamente, deve achar que as origens dela remontam à idade média. Ledo engano. Embora sua filosofia esteja baseada em alguns ritos antigos, da Europa Oriental, que datam mais ou menos dessa época, a Wicca é uma religião muito recente. Apenas nos anos 1950 é que passaram a se organizar e ser reconhecidos.
3 – Wicca não é realmente uma religião
Principalmente entre os adeptos de algumas religiões populares e consolidadas, surgiu a crença de que os Wiccans não são uma religião que mereça ser levada a sério e receber esse nome. Pelo governo dos EUA, ao menos, são reconhecidos como um culto religioso oficial. No estado de New Jersey, por exemplo, oito feriados Wicca são reconhecidos ao longo do ano.
4 – Wiccans cultuam o diabo
Por alguma razão que se perdeu ao longo do tempo, rituais de bruxaria são relacionados à figura do demônio, diabo, belzebu, o que seja. Se eles são realmente parte ou não da filosofia dos bruxos fictícios, não se sabe. Mas esse conceito sequer existe para os Wiccans. É o cristianismo que deu origem à figura do diabo e do inferno, estas concepções jamais foram aplicadas na doutrina dos Wiccans. E mais: não apenas eles não cultuam o diabo, como também não concebem apenas um único deus. Wiccans são politeístas, assim como os hindus e os budistas.
5 – Wiccans sacrificam animais
Segundo as palavras do livro “manual dos wiccans”, eles amam todos os animais: “Nós nunca os prejudicamos ou matamos em nossos ritos ou magias. Sacrifício de sangue de qualquer tipo é contra a nossa lei. Aquela história de ‘olho de salamandra e pé de sapo’ é uma baboseira que não faz o menor sentido”. Logo, a ideia de rituais com sacrifício de bichos não encontra fundamento entre os eles. As únicas oferendas em seus rituais são pães, vinho, frutas ou flores.
6 – Wiccans têm uma “Bíblia negra”
Nem negra, nem branca, nem de qualquer outra cor. Wiccans não seguem nenhum livro sagrado em comum. A explicação é que cada adepto, após estudar as leis, pode criar seu próprio livro de referência. Este livro, chamado de BOS (Book of Shadows – livro das sombras), ajuda cada wiccan a praticar a fé a seu modo. hypescience.com

Como preparar uma Poção Mágica

Poção de Caldeirão
Magia da Poção de Caldeirão 
Como o nome diz, o ideal é preparar esta receita em um caldeirão, mas caso não tenha um e queira fazer, consagre uma panela mesmo que usada para substituir o caldeirão, com os quatro elementos, simbolizados pela vela, o incenso, a água e o sal grosso.

Esta poção pode ser útil em magia onde você quer atrair a atenção das pessoas para você, ou quando for palestrar, ou vender seu peixe, ou cantar, enfim, quando necessite da aprovação das pessoas presentes ou ganhar a confiança delas.

Preparar a poção;
2 paus de canela
5 cravos
3 colheres de sopa de gengibre fresco, descascado e picado
100 gr de açúcar
100 ml de água

Coloque todos os ingredientes no caldeirão ou em uma panela, leve ao fogo até ferver para dissolver o açúcar muito bem, deixe engrossar um pouco, mas cuidado para não queimar.
Deixe esfriar, coe e guarde isso como um xarope em frasco bem fechado no refrigerador.
Sempre que lhe apetecer, prepare-se fazendo certa meditação, acenda uma vela se quiser, abra um círculo e reze…
Tudo que antecede o momento de beber uma colherada fica a seu critério, como um ritual pessoal.
Somente uma colher de sobremesa basta para cada ritual mágico que realizar.magiazen.com.br

Enya - Dreams Are More Precious - Traduzido



As Deusas Negras – A Face obscura da Mãe



“A escuridão precede a luz e é a sua mãe.”


Inscrição no altar da catedral de Salermo 


Sempre nos depararemos com indivíduos como esses que temem a face obscura da Deusa porque jamais mergulharam na sombra de sua alma.

É muito triste e desagradável encontrar gente que se diz espiritualizada mas ainda limita se as ditames do patriarcado-espiritual, temendo o potencial fecundo da Deusa Mãe e de suas sacerdotisas, as grandes bruxas queimadas ao longo da história nas fogueiras da inquisição e não só, também do preconceito, machismo e cepticismo.




Fugindo do dualismo monoteísta revelado, onde obrigatoriamente o que não bem é mal e o que não é luz são trevas, vamos encontrar na divindade e em nós mesmos um lado obscuro que é pouco conhecido (ou mesmo totalmente desconhecido), sem necessariamente ser mau ou negro. Muitas vezes o lado desconhecido, tanto da deusa como o nosso, pode ser luminoso.O que não podemos esquecer é que luz demais também cega.

O aspecto menos compreendido da Grande Mãe - e, por isso, o mais temido - é a Deusa Negra, a Face Ceifadora.
Assim como a Donzela, a Mãe e a Anciã regem etapas do eterno ciclo da vida - do nascimento, amadurecimento e do declínio, a Deusa Negra encerra o ciclo e representa a decomposição e a morte.

Como Ceifadora, ela é a destruidora de tudo que esgotou seu tempo, de tudo que cumpriu sua finalidade e não serve mais. É ela quem limpa a terra após a colheita para o repouso necessário à germinação de novas sementes. Seu poder é da Lua Negra, dos mistérios ocultos na escuridão, do vazio e do silêncio que antecedem o surgimento da luz, o inicio do dia e o começo de um novo ciclo. Ela ensina que sem morte não há renascimento, sem fim não pode haver um novo começo, sem dissolução do velho não há a renovação.





Nas antigas religiões o lado negro da Deusa era representado pela lua nova, quando a lua estava totalmente coberta pela sombra da terra e não era vista no céu. E representava a passagem do mito da Deusa onde ela descia às profundezas do mundo subterrâneo. Um mito recorrente nas mais variadas mitologias, desde a descida de Deméter ao Hades em busca da sua filha Perséfone, passando pela busca de Ísis por seu amado Osísis, Cibele em busca de Átis e, o mais antigo e significativo, no qual Inana, uma deusa múltipla com atributos luminosos como fertilidade e sensualidade, desce ao submundo para consolar sua irmã Ereshkigal, despindo-se no caminho de todos seus atributos luminosos e divinos, e chega junto a sua irmã, nua e encurvada pelo cansaço, numa atitude de submissão. Assumindo a própria morte, Inana conhece a si mesma já que Ereshkigal é ela própria. Não é apenas mais uma das fases visíveis da lua, mas sim o lado dela que nunca vemos, a face oculta da Lua e, portanto pela primeira vez a deusa se sente completa e plena.

Como mestra da escuridão, ela orienta e conduz ao encontro da sombra, o aspecto perturbador e renegado do próprio ser. Se você pedir sua ajuda e tiver a coragem de mergulhar nas profundezas de seu mundo interior para descobrir, encarar, reconhecer e aceitar sua sombra, você encontrará sua autêntica identidade, livre das máscaras da personalidade.





É unindo os opostos que chegamos à plenitude. É conhecendo e percebendo em nós a luz e as trevas, o bem e o mau, que nos completamos, que nos tornamos unos com o universo e com a natureza,.O que temos de bom, delicado e luminoso em nós pode, como na natureza ou no universo, se transformar em fúria, explodindo, destruindo e magoando aos que nos cercam, por mais que nos controlemos e nos policiemos se não nos conhecermos realmente nunca teremos o controle sobre nós mesmos. 
A epígrafe do Livro “A Deusa Branca” de Robert Graves nos dá o caminho: “Embora ela ame apenas para destruir, a Deusa destrói apenas para Ressuscitar”. Se meditarmos sobre o mito da Deusa, compreenderemos a razão e o sentido da busca do ser amado (seja a irmã, a filha ou consorte) que leva a Deusa luminosa e celeste a buscar o seu lado escuro . O que leva Deméter a se vestir de azul como suplicante e se arrastar pelos caminhos poeirentos da Grecia, fazendo toda a terra secar por sua passagem, abrindo doloridas brenhas e feridas no solo. Os sacrifícios de Ísis em busca do amado, a grande mãe sendo humilhada e sofrendo como uma mortal. Inana se submetendo a Irmã. E na mais linda passagem da Biblia judaico-cristã, no Cântico dos Cânticos, onde a mesma que diz:

“Sou negra, mas sou bela, filhas de Jerusalém, como as tendas de Cedar, como aos pavilhões de Salomão.
Não repareis na minha tez negra, pois fui queimada pelo sol”,Também procura o amado:

“Abri ao meu bem amado, mas ele já tinha ido, já tinha desaparecido;
Procurei-o e não o encontrei; chamei-o, mas ele não respondeu
Os guardas encontraram-me, quando faziam ronda na cidade,
Bateram-me, feriram-me,
Arrancaram-me o manto os guardas das muralhas”.





Assim o tão temido lado negro, aquele que chamam aos sussurros e acreditam ser maligno e perigoso, é apenas a parte desconhecida da divindade. A Deusa Negra é o que desconhecemos da Deusa branca, é a sabedoria oculta, é o que os cristãos chamam de espirito santo. Mas antes da romanização do cristianismo essa sabedoria era feminina, como nos explica o Robert Graves, (sopro, exalação, alma) é palavra masculina na gramática latina, e os gnósticos, por falar grego, usavam “sophia” (sabedoria), palavra feminina.

O encontro com o lado obscuro é sempre assustador, é reconhecer em nós mesmos uma mola propulsora que pode causar loucura e até mesmo tragédias. E se é aterrorizante em nós que somos humanos, é o próprio terror em se tratando de Deuses. É por isto que lemos em muitos autores que a Deusa Negra é devoradora e destruidora por natureza, mas na verdade o que não reconhecemos na divindade é que é o obscuro, o negrume é o véu que uma vez desvelado nos revela a totalidade das deusas, ou mesmo dos deuses.

As Deusas negras não são o mal, nem existe o mal em nós, existe sim a multiplicidade de ações dos elementos, existe o eterno movimento de construção e destruição. A Deusa destrói para construir e é este o fluxo da vida, e sendo pagãos precisamos compreender e saber as divindades e a nós mesmos como totalidade corpo, mente e espirito.




Abraçar a sombra significa aceitar-se assim como você realmente é, mescla de dor e alegria, medo e coragem, conquistas e perdas, sucessos e fracassos, acertos e erros, luz e sombra. Somente assim encontrará seu verdadeiro e completo poder de mulher e a integração de sua totalidade.

Afinal se continuamos dualistas e dividimos tudo em bem e mal, poderíamos muito bem continuar no cristianismo, que não consegue entender porque o seu Deus foi sacrificado, morto e sepultado, desceu aos mundos inferiores e depois de 3 dias, dizem, retornou vitorioso. Junto ao seu sacrifício e a iniciação de Jesus, três sacerdotisa, 3 Marias, uma anciã, a mãe, outra mulher, a amante e uma terceira que só sabemos o nome Salomé, que contam ser uma irmã mais nova, a donzela. Vocês sorriram agora, isto lembrou algo? Pois bem, quando o cristianismo se tornou religião de dominação e dualista, a anciã se uniu a donzela e foi criada a Virgem Maria, a Mãe intocada da criança divina, e do outro lado a Negra Prostituta, a Maria Madalena.

Não concordo e não concordarei de jeito algum é que se utilizem do nome da Grande Deusa para dividir ainda mais a mulher nos dois arquétipos da Santa Virgem e da Prostituta Bruxa, uma boa e uma má, uma espiritualizada e pura, e outra mundana e impura.






Em inúmeras catedrais da Europa, principalmente no centro e no sul da França, encontram-se esculturas de uma figura misteriosa, conhecida sob o nome de Madona Negra. Essas representações da Madona são bem diferentes de outras imagens cristãs e sua origem ou finalidade permanecem desconhecidas, sem definição ou explicação. Elas possuem um magnetismo diferente e, na tradição da Deusa, são consideradas arquétipos ancestrais da face escura da Grande Mãe, os atributos de poder, fertilidade, mistério e sabedoria da Mãe Terra.

A explicação oficial dada pelos representantes da igreja é que a cor escura das estatuetas é atribuída ao enegrecimento pela fumaça secular das velas, à deterioração da tinta utilizada ou à qualidade da madeira. Mesmo que isso seja verdade para algumas poucas imagens (principalmente as que foram pintadas de branco ou dourado pelos monges cristãos), sua origem aponta para antigas representações das deusas do mundo antigo como Lilith, Cibele, Ísis ou Kali.







Estas são as mesmas pessoas que parecem tornar a Religião Antiga e a espiritualidade numa salada louca aonde informações históricas não são mescladas com intuição mas com pura imaginação e filosofia abstrata advindo das espiritualidades patriarcais solares, que negam a vida na Terra Mãe, negam a Sabedoria das mulheres antigas que nutriam, livres de corpo e alma, os campos para a próxima colheita e realizavam os festivais em honra a Senhora, as mesma grandes sacerdotisas e bruxas que invocavam o Galhudo no momento em que se deitavam nos campos para ligar o poder da Deusa de Todas As Coisas, a Terra Mãe ao Senhor do Conhecimento, ao Velho Sábio...

Muitas das estatuetas foram encontradas nos lugares sagrados das deusas antigas, onde posteriormente foram erguidas as igrejas cristãs dedicadas à Maria ou a algumas santas católicas. Foi comprovada, também, a conexão entre essas estatuetas e o culto gnóstico dos séculos XI e XII com os “troféus” trazidos pelas cruzadas do Oriente Médio (estatuetas saqueadas dos templos das deusas acima mencionadas) e com a influência moura durante seu domínio na Espanha.

Na França, já foram localizadas mais de 300 Vierges Noires, das quais sobreviveram intactas cerca de 150, as demais tendo sido pintadas de branco pelos monges, destruídas por fanáticos, roubadas ou adquiridas por colecionadores. As mais famosas Madonas Negras são as da Catedral de Chartres (França), de Mont Serrat (Espanha) e Czestochova (Polônia). Das estatuetas pós-renascentistas, podemos mencionar Nossa Senhora de Guadalupe (México) e Nossa Senhora Aparecida (Brasil).






Os altares em que as Madonas Negras são reverenciadas se localizam próximos a fontes, grutas, montanhas ou se encontram escondidos nas criptas ou subterrâneos de igrejas católicas, comprovando a preservação de sua antiga simbologia, o aspecto telúrico de suas representações e sua íntima conexão com a energia da Mãe Terra. 



O cristianismo transformou e adaptou os antigos cultos da Mãe Terra na veneração a Maria. Todavia, há uma diferença conceitual básica: a Mãe Terra tem atributos de fertilidade, sensualidade, expressão instintiva e expansão. Ausentes da figura de Maria, esses atributos estão presentes na figura de Maria Madalena, considerada pela igreja cristã a “pecadora e prostituta arrependida”, omitindo-se totalmente sua ativa e proeminente participação nos primórdios do cristianismo e sua verdadeira condição de companheira – de fato – de Jesus. 




Abençoar esta fase, rever o passado e transmutar os resíduos com o auxílio da Deusa Negra, agradecer à Donzela e à Mãe pelo plantio e a colheita, são medidas recomendáveis que abrem as portas para a grande mudança, quando seu sangue não mais será vertido, mas retido em seu ventre, e quando o tempo assinalará sua coroação - não mais como Rainha, mas como uma Sábia Mulher Coroada, herdeira das Matriarcais e das Mães de Clã do passado ancestral. 3fasesdalua.com

Como fazer Magia para Viver Melhor










As Bruxas na Europa usam esta técnica já faz um tempo, e é interessante como suas obrigações e suas metas desenrolam e acontecem, seus desejos fluem mais rápido com o auxílio desta magia.
Sente-se e faça uma respiração controlada e uma breve meditação, somente para aliviar seus músculos e pensamentos.
Estando em um ambiente calmo, comece a pensar nas coisas mais importantes de sua vida…
Tipo, as dez coisas que te fazem querer viver, forte pensar assim, mas é o básico mesmo.

O que é muito importante para você viver?

Não importa se agora, nesse exato momento te veio a cabeça uma torta de morango… se agora é importante em sua vida uma torta de morango, tem um porque, por exemplo!
Pense no máximo de coisas que você acha que não viveria sem.
Agora, separe somente as dez mais importantes destas coisas e anote em um papel.
Sim, são dez tópicos fortes em sua vida que você precisa para fazer esta magia.
Por exemplo; você não viveria sem seu cachorro, sem seu Ipod, sem seus pais, sem sua televisão, sem a doceira perto de casa, sem seu namorado, sem seus filhos, sem a máquina de lavar roupas, sem sua melhor amiga e sem seu carro… ok!
Agora, na frente de cada item listado, coloque os melhores horários de seu dia em sua rotina em que você possa viver somente para isso, certo.
Se não puder ter um horário para cada item num dia somente, separe em dois ou três dias intercalados, mas tendo um tempo suficiente que você possa realmente dedicar a cada item importante destes.
Assim, em uma semana, ou diariamente, você vai curtir o que você precisa ter em sua vida sem desculpas de ter esquecido, ou porque não teve tempo… programe-se.

O mais legal vem agora!

São dez itens, certo?

Você dá conta de todos sim, pois são importantes igualmente para sua vida.
Como você vai fortificá-los depositando mais atenção, eles servirão tanto de relaxamento e curtição, como para segurar sua barra em momentos difíceis que cruzam em sua vida.
Você vai se estruturar nestes dez itens de sua vida e como serão fortes, poderão gerar ramificações onde você vai crescer e evoluir.
É importante você saber quais são as coisas principais em sua vida, para te ajudarem a seguir novos rumos, arriscar sabendo que existe uma estrutura, uma base, onde se segurar caso não dê muito certo as suas aventuras.
Liste os dez itens mais importantes em sua vida, anote-os e guarde-os em um diário, sempre releia e faça anotações e, quando algo importante não for mais importante, substitua por outra…

Quais são as dez coisas mais importantes para você viver?
Faça uma lista, e cuide bem de cada item.
Observe a importância de cada uma em sua vida e valorize-as.
Esta magia com certeza irá mudar sua percepção e vai fortificar sua energia pessoal.magiazen.com.br

Bruxas



O que as Bruxas NÃO fazem:

- Bruxas não fazem pacto com o diabo.
- Bruxas não reverenciam, adoram ou celebram a entidade conhecida como diabo ou satã.
- Bruxas não usam fetos abortados em rituais.
- Bruxas não renunciam ao Deus cristão, apenas acreditam em outra forma de divindade.
- Bruxas não são sexualmente anticonvencionais.
- Bruxas não fazem uso de drogas rituais.
- Bruxas não forçam ninguém a fazer algo que não queiram.
- Bruxas não querem converter o mundo para a sua religião.
- Bruxas não profanam igrejas.
- Bruxas não realizam "missas negras".
- Bruxas não cometem crimes em nome de sua religião.
- Bruxas não comem criancinhas.
- Bruxas não voam em vassouras.
- Bruxas não são verdes.
- Bruxas não acreditam que sexo seja pecado.
- Bruxas não realizam orgias rituais, pois o sexo é visto como sagrado.


O que as Bruxas fazem:

- Plantam ervas em seu quintal para fins curativos e culinários.
- Conversam e se comunicam com as plantas e animais.
- Celebram a virada das estações do ano.
- Celebram as fases da Lua.
- Relacionam a sua menstruação às fases lunares.
- Honram todos os alimentos, de carnes a vegetais.
- Têm seu corpo como sagrado.
- Sexo por amor e por prazer, por ser algo natural.
- Bruxas acreditam em reencarnação.
- Bruxas honram deuses e deusas.
- Bruxas respeitam todos os seres vivos em igual importância.
- Bruxas repudiam o proselitismo.
- Bruxas servem a Terra.
- Bruxas repudiam qualquer forma de preconceito.
- Bruxas são cidadãs.
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